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Mães
Marcus André Vieira e Romildo do Rêgo Barros – 2015

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O que é o desejo da mãe? O que seria uma função materna? Essas perguntas sustentam e atravessam, um a um, os textos e comentários de Marcus André Vieira e Romildo do Rêgo Barros no decorrer deste livro, que é também uma conversa. Marcus e Romildo, ambos psicanalistas, se arriscam no esforço de buscar circunscrever as ferramentas com que contam as crianças hoje para se constituírem nas novas formações familiares. Pra isso, retomam a leitura edipiana clássica, proposta por Sigmund Freud e, a partir dela, contando com suas experiências clínicas, ancorados pela leitura da psicanálise lacaniana, buscam avançar. Leitura indispensável para quem se vê interrogado pelo tema e deseja fazer parte desta conversa.

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William James & Henry James: literatura, filosofia e vida
Guilherme Gutman – 2015

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Em William James e Henry James: filosofia, literatura e vida, o psicanalista carioca Guilherme Gutman enfrenta o desconhecido de uma forma original. Seu ponto de partida é um dos mais penetrantes romances de terror que já foi escrito – A volta do parafuso, de Henry James –, e o resultado é uma contribuição original à teoria literária. Essa contribuição apoia-se em uma operação surpreendente que revela o verdadeiro protagonista do livro: para entender o enredo de Henry, Gutman vai à teoria do filósofo William James, seu irmão. Não à teoria literária, que ele não tinha, mas a seu pensamento sobre a vida e a morte, sobre a mente e a consciência. Para quem se interessa pela impactante obra de Henry James, para quem se interessa por filosofia e por teoria literária, ou ainda pelo terror que nos invade diante do desconhecido, o livro se faz uma leitura surpreendente.

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Ao pé da letra: leituras e escrituras na clínica psicanalíticas
Ana Lucia Lutterbach Holck & Tatiane Grova (Orgs) – 2014

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Ao pé da letra é ponto de encontro entre psicanalistas que se interessam por pensar a leitura como uma prática analítica contemporânea. Mais do que saber escutar, um psicanalista precisa saber ler, ele é um “leitor de falas”. Baseados nesta premissa lacaniana, analistas que se encontram frequentemente para pensá-la na sede do Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro, decidiram se arriscar também a escrever. Entre leitores, escritores e escritas, surge um livro diferente e provocante, produto de um trabalho ousado. Com a ênfase colocada sobre a leitura, a escritura e a poética, a pesquisa se desenvolve no litoral entre psicanálise e literatura, dedicando-se ao estudo de autores como Roland Barthes e Maurice Blanchot, e de escritores como Clarice Lispector, Marguerite Duras e Maria Gabriela Llansol, sempre permeando tais leituras com o estudo de casos clínicos contemporâneos.

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Primo Levi: a escrita do trauma
Lucíola de Freitas Macêdo – 2014

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Lucíola Freitas de Macêdo, psicanalista e poeta radicada em Belo Horizonte, tomou Primo Levi como autor, e em torno de sua obra elaborou uma pesquisa, agora tornada livro recém-publicado pela editora Subversos. Injusto seria afirmar que essa pesquisa teve Primo Levi como único objeto. Melhor destacar um percurso feito, segundo Lucíola, em “rodopios” que visaram a costura entre a história de Levi, o trauma do Campo de Concentração e a experiência da escrita. Lucíola abordou essa triangulação de diversas e delicadas formas, extraindo da obra de Levi um fio condutor em torno da angústia, que lhe voltava, por exemplo, em pesadelos recorrentes, e que Levi se viu impelido a tratar pela via da escrita. A leitura de Primo Levi, a escrita do trauma é belamente marcada pela própria leitura de Lucíola sobre a operação de Levi com as letras: a de um trabalho incansável a partir da escrita e do testemunho em torno do impossível de dizer. É justamente sobre o paradoxo que se abre entre a possibilidade de se transmitir algo de uma experiência traumática – aquela que constituiu Levi sobrevivente de um Campo de Concentração nazista – e a impossibilidade de se colocar em palavras essa experiência que se sustenta a pesquisa de Lucíola em torno da obra de Primo Levi. Segundo a autora, é na tensão entre o poético e o político que Levi escreve e transmite o intransmissível. A aposta da editora Subversos é a de que este livro de Lucíola Freitas de Macêdo em torno do testemunho e da escrita única de Primo Levi possa reverberar em cada leitor, despertando nele as tonalidades poéticas e políticas que fizeram de Levi um autor único.

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Circulando: invenções no autismo e na psicose (esgotado)
Ana Beatriz Freire e Fabio Malcher (Org.) – 2014

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A discussão em torno do autismo alcançou visibilidade no Brasil recentemente, depois de ganhar um maior destaque das políticas públicas. Para todo um grupo de atores da saúde mental, evidenciou-se, por meio de direções de tratamento já existentes, que atuar no autismo e na psicose com crianças e adolescentes é um trabalho que envolve vários profissionais, assim como o laço com a cidade.

Essa coletânea torna público o projeto Circulando, que centra seu trabalho nas invenções das crianças e jovens que dele participam. As invenções partem das descobertas e surpresas de cada criança e adolescente atendido. O percurso, intenso e delicado, de alguns com essas invenções, assim como a tentativa dos clínicos em se fazerem parceiros desse percurso, são trabalhados e apresentados ao leitor no decorrer do livro.

O projeto Circulando, desenvolvido em uma parceria da Universidade Federal do Rio de Janeiro com o Instituto Municipal Philippe Pinel, tem por objetivo ampliar as discussões em torno do tema e diminuir os efeitos que a discriminação e a segregação podem provocar quando aliadas a um saber que se quer totalizante.

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A ordem simbólica no século XXI não é mais o que era. Quais as consequências para o tratamento? Coletânea de textos do VIII Congresso da Associação Mundial de Psicanálise
Em parceria com o a Associação Mundial de Psicanálise – 2013

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As 416 páginas deste livro, lançamento da Associação Mundial de Psicanálise em parceria com a Subversos, são compostas por algumas linhas de força, vigorosas e sutis, que engenhosamente amarram o leitor que se propuser a lê-las.

Sente-se, por um lado, o peso e a seriedade do trabalho de uma coletividade – psicanalistas que se reúnem pela Orientação Lacaniana – e, por outro, a vivacidade impressa pelo trabalho singular de cada psicanalista cujo texto apresentado no VIII Congresso da Associação Mundial de Psicanálise aqui se vê registrado. O esforço de transmissão presente em todos os textos não é sem consequências.

Interpretação, transferência, feminilidade, tecnociência, supervisão e psiquiatria são os eixos temáticos em torno dos quais giram os textos e os debates. Como a psicanálise se vira diante dos impasses da contemporaneidade em que capitalismo e ciência se vinculam?

Em meio a intensos debates, o livro é atravessado – e aí está sua maior riqueza – por testemunhos de psicanalistas que, ao concluírem suas análises, sentiram-se convocados a transmitir o intransmissível de suas experiências analíticas. Temos acesso, através destes testemunhos, à singularidade em sua potência extrema, e é por via delas, por mais contraditório que possa parecer, que obtemos o melhor viés para pensarmos o Outro de nossos tempos.

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O QUE SE PASSA? Análises lacanianas e outras histórias
Em parceria com o a Escola Brasileira de Psicanálise – 2013

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O que se extrai de uma análise? Qual a transmissão possível a partir dela? Que consequências políticas extrair de seu testemunho? Essas e outras perguntas levaram a Seção-Rio da Escola Brasileira de Psicanálise a promover a atividade Mesa de Passe, coordenada por Ana Lucia Lutterbach Holck.

Mesa de Passe se centrou em entrevistas e textos apresentados a partir da proposta do passe, de Jacques Lacan. Havendo o reconhecimento da experiência de um impossível que se desenhou em um percurso de análise – um impossível que cria os possíveis na vida de alguém – há uma nomeação, Analista de Escola (AE), e uma tarefa: o AE porta por três anos a tarefa de testemunhar o que se transmite de sua análise com um novo endereçamento em vista, a Escola.

Esta publicação é o resultado da experiência de um encontro do passe com as questões políticas que dele surgem para a Escola de psicanálise. Pois, se o coração da experiência de uma análise se constitui a partir de restos do dizer, é com tais restos que se poderá fazer valer a política de uma Escola de analistas.

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Ódio, segregação e gozo (esgotado)
Romildo do Rêgo Barros e Marcus Vieira (Org.)
Em parceria com o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro – 2013

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Em maio de 2010, o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro e a Seção-Rio da Escola Brasileira de Psicanálise organizaram o Colóquio Figuras Lacanianas da Crueldade: Segregação, Ódio e Gozo, que coordenado por Marcus André Vieira e Romildo do Rêgo Barros. Participaram do colóquio Antônio Teixeira e Ram Mandil, psicanalistas de Belo Horizonte, Ana Lucia Lutterbach Holck e Cristina Duba, psicanalistas do Rio de Janeiro,Cláudio Oliveira, o filósofo da UFF e o sociólogo Luiz Eduardo Soares. Do trabalho ali realizado, entre os textos apresentados e um vivo debate, tensionados entre o extremo da clínica psicanalítica e impasses da civilização, surgiu a ideia de se confeccionar esse livro. Ódio, segregação, gozo, ato, capitalismo, burocracia… pontos limites que foram costurados por um fio de delicadeza. Eis um trabalho percorrido de uma forma surpreendente; uma leitura para além de versões do senso comum.

 

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Um início na vida
Jacques-Alain Miller – 2009

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Do psicanalista Jacques-Alain Miller, membro da École de la Cause Freudienne (ECF), de Paris, e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP), genro e herdeiro da obra do renomado psicanalista francês Jacques Lacan, o livro reúne textos escritos durante a juventude do autor, dentre os quais, uma entrevista feita com o filósofo Jean-Paul Sartre.

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Patu – A mulher abismada (esgotado)
Ana Lúcia Lutterbach Holck – 2009

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Reunião de textos relativos à experiência de fim de análise da psicanalista Ana Lúcia Lutterbach Holck, membro da Escola Brasileira de Psicanánalise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP). O livro encontra-se em sua segunda edição.

 

 

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Urgência Sem Emergência? (esgotado)
Em parceria com o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro – 2008/2012

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A publicação é o produto de um colóquio homônimo: reúne os textos apresentados durante o evento assim como os debates que seguiram. Além disso, reúne textos inéditos sobre o tema das urgências e emergências no campo da Saúde Mental. Tendo se tornado uma referência em sua área, uma segunda edição foi lançada no segundo semestre de 2012.

 

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